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27-03-2018


Prezados,

Temos feito ao longo do ano de 2016 e 2017 um trabalho em parceria com diversas entidades (MAPA - Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, CIDASC - Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de SC, MP - Ministério Público através da coordenação de Defesa do Consumidor, FAASC, EPAGRI - Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de SC, Policia Militar, ANVISA - Agência Nacional de Vigilância Sanitária, no sentido de retirar o mel falsificado do mercado que está muito presente e fico indignado quando encontro esse produto falsificado nas prateleiras dos mercados varejistas.
Mas, o que mais tem funcionado e por sua praticidade por estar sediada no município é a denúncia junto ao serviço de vigilância sanitária do município, pois eles têm uma ação imediata e por força de lei, eles são o órgão responsável pela fiscalização dos produtos em prateleira do comércio varejista.
É muito difícil deslocar uma equipe de Florianópolis para o interior do estado.
Isso leva meses..
E quando chega lá, o produto não está mais na prateleira.
Enquanto a vigilância sanitária do município terá uma atuação imediata no caso.
Portanto, qualquer suspeita de mel falsificado, denuncie a vigilância sanitária de seu município.
Recomendamos que oriente a vigilância sanitária a investigar o fornecedor do produto falsificado, pois o nosso desejo é colocar a mão em quem tem a fábrica de falsificação.
Nesse caso de investigação, é bom também envolver a polícia do seu município.
Vamos banir os falsificadores de mel e valorizar nosso produto puro produzidos pelas nossas estimadas abelhas e com muito trabalho manipulados por nosso apicultor!!
Onde entra 1kg de mel falsificado é um 1kg de mel puro que deixa de entrar naquele lar.

Saudações,

Nésio Fernandes de Medeiros
Presidente da FAASC